Deixai que a minh'alma escassa

João da Cruz e Sousa (1861–1898)

Deixai que a minh'alma escassaDe luz — aos astros emigreComo gaivota que passaDeixai que a minh'alma escassaDe amor — na plúmbea desgraçaDe atrozes garras de tigre,Deixai que a minh'alma escassaDe luz — aos astros emigre.