Meus Esplêndidos...

João da Cruz e Sousa (1861–1898)

Meus esplêndidos desejosEmigram, como beijos,Pelo azul espaço, em curvas,Rasgando essas brumas turvas;Pelo sol das primaveras,Batendo as asas brancas,Como, batem, quimeras...

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Voai, andorinhas francas!