Cabelo preso de Anarda
Se esse vínculo beloPrende, Divina ingrata, teu cabelo;Justa prisão lhe ofende.Quando em castigos prende a quem me prende;Querendo a lei de Amor, quando o condena,Que seja a própria culpa própria pena.
Manuel Botelho de Oliveira (1636–1711)
Se esse vínculo beloPrende, Divina ingrata, teu cabelo;Justa prisão lhe ofende.Quando em castigos prende a quem me prende;Querendo a lei de Amor, quando o condena,Que seja a própria culpa própria pena.