Inefável!
Nada há que me domine e que me vençaQuando a minh'alma mudamente acorda...Ela rebenta em flor, ela transbordaNos alvoroços da emoção imensa.
Sou como um Réu de celestial Sentença,Condenado do Amor, que se recordaDo Amor e sempre no Silêncio bordaD'estrelas todo o céu em que erra e pensa.
Claros, meus olhos tornam-se mais clarosE tudo vejo dos encantos rarosE de outra mais serenas madrugadas!
todas as vozes que procuro e chamoOuço-as dentro de mim, porque eu as amoNa minh'alma volteando arrebatadas!