D. Tareja
As nações todas são mysterios.Cada uma é todo o mundo a sós.Ó mãe de reis e avó de imperios,Vella por nós!
Teu seio augusto amamentouCom bruta e natural certezaO que, imprevisto, Deus fadou.Por elle resa!
Dê tua prece outro destinoA quem fadou o instincto teu!O homem que foi o teu meninoEnvelheceu.
Mas todo vivo é eterno infanteOnde estás e não ha o dia.No antigo seio, vigilante,De novo o cria!