Sob a copa frondosa e recurvada
Sob a copa frondoza e recurvadaDe enorme gamelleira, Secular,Sentado n’uma úfa a se embalarEstava certa moça enamorada.
Eis que róla dos ramos inflammadaTremenda jararaca a sibilar;Fica a joven na corda, sem parar,Como a Nympha de amor electrisada!
Anjo Bento! exclamaram os circunstantes—Foje a cobra de horrenda catadura,Os olhos revolvendo coruscantes.
Mas a bella moçoila com frescuraN’um sorriso accrescenta—é das amantesNem das serpes temer a picadura.